quarta-feira, 30 de julho de 2008
Beijing, WE ARE READYYYYYYYY!!!!!!!!!
domingo, 27 de julho de 2008
NanHua Buddhist Temple
Dentro de uma doutrina budista clássica, “Buda” (que significa iluminado) é o nome de um mestre religioso que viveu numa determinada época e todos aqueles que sucessivamente ocuparam o cargo. Há registro da existência de pelo menos 24 Budas.
O Budismo, resumindo em uma frase, fala que, se uma pessoa segui-lo e praticá-lo, ele pode aliviar um sofrimento e alcançar a libertação. Na China ele influencia e é influenciado pela cultura, pela política, pela literatura e pela filosofia, ao longo de dois milênios.
Os mosteiros e pagodes budistas encontram-se em todas as regiões, muitos dos quais são mundialmente famosos por sua arte budista. Além disso, as construções budistas são consideradas como jóias da antiga arte chinesa.
O templo Nanhua foi construído no ano de 502 e tem uma área total de 12mil metros quadrados. Possui muitas relíquias culturais valiosas, inclusive o corpo de Huineng(o sexto patriarca do zen budismo) e mais de 300 relíquias históricas nacionais de primeira classe, como a batina de silk feito em ouro, arte em madeira esculpida da época da dinastia Beisong, torre de aço da dinastia Qing e por aí vai.
O templo é rodeado por árvores muito antigas, algumas chegam a 40 metros de altura e também raras no mundo. Ele foi classificado como Chave do Mosteiro Nacional em 1983 e o maior sítio nacional histórico e cultural sob proteção estatal em 2001.
Entrada do Templo
Pagode

Buda. Guan Yin.
Seu altar, mais de perto.

Pedaços de Sakyamuni. Só assim, já que é proibido fotografar.
Visita ao templo de Chaimam Mao, líder da China, em 1958. Na foto ele com o líder da comunidade budista da época.
Visita ao templo do ex-primeiro ministro em 1956
quarta-feira, 23 de julho de 2008
O poderoso.
Esse daí é da porta da "Chen Clan Academy".
Chen Clan Academy
Um dos jardins internos.
Teto. Lin-do-de-mor-rer!!
Exposição interna. Metal.
Eles vendem milhões de outras coisas lá dentro. Casa uma mais incrível que a outra. A vontade de sair comprando tudo é imensa, mas meu bom senso não me permite tamanha estripulia. Infelizmente preciso pensar nos meus dois dias pra retornar, no excesso de bagagem (que eu já vou pagar, sem dúvida alguma) e na minha pobreza, afinal de contas, vocês devem imaginar como são os preços.
As fotos do lugar também são muitas. Selecionar foi difícil. Ainda teria várias outras pra postar. Maiores detalhes dos telhados, partes de decoração, detalhes das bonecas e das esculturas e por aí vai. Quando chegar, faço aquele encontrão que fiz da outra vez. Pra quem quiser e tiver interesse, claro.
Nos próximos posts coloco a ída ao templo budista e minha longa e incansável pro cura por chás e seus efeitos.
sábado, 19 de julho de 2008
Tudo Branco...

Sihui
Voltei! Desculpem a demora, mas esses dias foram bem corridos. Meu corpo dessa vez está demorando mais a se acostumar com a diferença de fuso e, por isso, continuo dormindo menos do que o necessário à noite. Aí de dia acontece o contrário, quando deveria dormir no Brasil, estou trabalhando e tem sido bem difícil manter meus olhos abertos. Quando chego ao hotel, descanso e mato um pouco da saudade da família e dos amigos. Mais da família, confesso. Preciso deles sempre.
Quando soube que vinha pra cá, minha maior preocupação era por ter que vir sozinha e passar pela imigração e vir sozinha sem ninguém conhecido por perto. O primeiro se deve por ter sido colocada numa sala fechada a chave pelos guardas da imigração, quando estava indo sozinha de Wenzhou para Hong Kong, pra encontrar meu chefe. Na hora fiquei mega assustada “será que vou ser presa?” “talvez deportada”, “vou virar comida...esses chineses comem de tudo, né...”, “será que eles vão me matar e me jogar nesses matagais?”(em volta dos aeroportos só tem mato). Mas nada disso aconteceu. Eles só estavam zuando da minha cara. Mulher, estrangeira, sozinha... bom, “forget about”!!A segunda parte, na minha cabeça sempre soube que seria mais difícil. Quem me conhece (nem precisa ser muito) sabe o quanto sou dependente de gente. Principalmente a quem tenho muito apego. Fora aqueles momentos normais que todo mundo precisa de ficar sozinho, não gosto de ficar sozinha, de sair sozinha, preciso de companhia. Achei que vir pra cá, outro mundo, pra uma cidade do interior, pra ficar um mês inteiro, com apenas uma pessoa pra conversar e, mesmo assim, só em inglês, fosse ser um pesadelo. Mas nem tem sido.
Tenho trabalhado demais e isso tem ajudado pra que eu não sinta tanto. Fora isso, a cidade me encantou. Aqui é uma China muito tradicional, diferente daquela que conheci da outra vez. A cidade, pros padrões daqui, é minúscula. Sihui (lembrei!!) possui 300.000 habitantes. Nas ruas, milhões de mini mercadinhos, feiras de tudo o que vocês podem pensar. Roupas, bugigangas, comida, utilidades do lar e até umas coisas estranhas que ainda não consegui identificar. Na rua (não a calçada, a rua mesmo) milhões de bicicletas, motos, carros, carroça, micro ônibus (são uma graça), gente, muita gente, buzina, criança, naquele esquema de “tudoaomesmotempoagora”!!
Essa é Amem, uma chinesa bem novinha que quer sair pra passear comigo, treinar inglês e fazer compras hahaha
Bom, saí de Sihui antes de dar uma voltinha com elas. Na terça eu volto aguardando maiores emoções. Confesso que minha única preguiça é voltar a ouvir a mesma música o dia todo. Em frente ao meu hotel, tem uma loja de celular que está fazendo uma promoção de um aparelho que vem com um hit de uma banda chinesa famosa. Eles tocam a música rachando de alta, das 9hrs da manhã, até as 23hrs da noite. Sem-pa-rar-um-se-gun-do!! É um porrezinho...sabem aquelas musiquinhas melosas, grudentas, que parecem com aquela da Glória Estefan "If I could reeeeach, higher"...é exatamente isso. Só que em chinês. Eu não posso nem contar junto!! Confesso que a principio até achei que fosse em inglês. Juro que entendi umas frases aí...até cantava no inicio, mas depois que não era. Acho que faltava o som do tecladinho, por isso confundi. hahahahaha